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sábado, 17 de janeiro de 2009

Hallal ou Kosher?

Perante a actual situação em na Faixa de Gaza, aqui fica o comentário do presidente da associação Terre et Peuple:

A tragédia de Gaza demonstrou aos ingénuos que se recusavam a admitir que o Estado de Israel é capaz de massacrar friamente mais de um milhar de homens, mulheres e crianças em nome da sua dita segurança, apesar da evidente falta de proporcionalidade de forças presentes. Tudo isto em total impunidade (algo que nenhum outro estado no mundo poderia fazer) pois, graças ao apoio incondicional dos EUA (os de Obama como os de Bush), o Estado de Israel sabe que se pode permitir tudo e mais alguma coisa, ridicularizando aberta e totalmente os protestos-lamentos da ONU e das ONG.

Posto isto, mantemos a posição que sempre foi a nossa: enquanto alguns "nacionalistas" (a sua lista é eloquente) acham que é necessário pôr o keffieh ou a kippa, para se afirmarem uns solidários com o palestinos (por hostilidade a Israel), os outros com os israelitas (por hostilidade aos árabes), nós voltamos a dizer que este combate não é o nosso.

Os europeus não podem ser os supletivos dos loucos de Alá ou dos loucos de Javé.
Comer hallal ou kosher? Não, obrigado. Nós preferimos porco.

Pierre Vial

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Touzé tira a máscara

Acabo de saber, lendo o «Rivarol» (n.º 2871, de 12 de Setembro 2008), que Jean-François Touzé ataca violentamente, no que diz respeito ao caso Geórgia, aqueles que exprimem um "anti-americanismo primário, secundário, e visceral" pelo facto de verem com simpatia a Rússia afirmar sem complexos o seu direito a ser potência. Usando fórmulas (como "A Rússia neo-kgbista") que exalam propaganda americana da mais clássica, quer dizer, mais débil.

Assim, em função desta linha de partilha determinante que opõe, em todo o lado, adversários e partidários do imperialismo americano, Touzé alinha no campo dos últimos. Está no seu direito. Mas teria sido mais honesto anunciá-lo aquando da criação da Nouvelle Droite Populaire, que em princípio reagruparia pessoas com as mesmas convicções. Tal evitaria que eu tivesse perdido o meu tempo a participar – por uma preocupação de "ecumenismo nacional" – nas mesmas tribunas que o Sr. Touzé. Para evitar que outros sejam enganados com a mercadoria, difundirei o mais possível os testemunhos de carinho que o Sr. Touzé manifesta em favor do eixo Washington-Tel-Aviv. É sempre melhor sabermos com quem lidamos.

Pierre Vial
Presidente da Terre et Peuple
13/9/2008

Comunicado da NDP
A Direcção Nacional da Nouvelle Droite Populaire constata as divergências ideológicas fundamentais que a opõem ao seu secretário-geral, Jean-François Touzé, em particular no que respeita às suas tomadas de posição liberais e atlantistas contrárias às convicções da larga maioria dos aderentes e dos responsáveis do movimento.

Mais ainda, lamenta o comportamento deste depois de ter ficado em minoria na reunião da Direcção Nacional no dia 13 de Setembro. O Gabinete estatutário da NDP decidiu, assim, em virtude do artigo 8.º dos estatutos, proceder à expulsão de Jean-François Touzé do movimento por falta grave. Consequentemente, Jean-François Touzé não está mais habilitado a exprimir-se ou a agir em nome da Nouvelle Droite Populaire. Esta medida tem efeito a partir do dia 17 de Setembro de 2008 às 14 horas. Robert Spieler, antigo deputado e delegado nacional da NDP, será doravante o porta-voz da Nouvelle Droite Populaire.

Comunicado da Direcção Nacional
da Nouvelle Droite Populaire
17/9/2008

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A "independência" do Kosovo

O presidente da Associação “Terre et Peuple” reagiu à autoproclamada “independência” do Kosovo, que considera um “protectorado americano” e que, segundo ele, “apoia o processo de limpeza étnica empreendida desde há muito tempo por albaneses contra os sérvios. Esta é apenas uma etapa da islamização da Europa”. Por isso, apela à “mobilização dos europeus ainda lúcidos para mostrar, por todos os meios, a sua solidariedade activa com os seus irmãos sérvios. Estes têm grande necessidade de saber que não estão sós e que o seu combate identitário é o nosso. A terra do Kosovo é Sérvia. Um dia virá a reconquista desse berço histórico do povo sérvio”.