terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Tierra y Pueblo n.º 19

O último número da revista da associação identitária Tierra y Pueblo tem como tema central a “A cavalaria medieval, herança e valores para um mundo em crise” e, como nos diz Enrique Monsonís no editorial, “a cavalaria medieval, como no último número de Tierra y Pueblo a montanha, assinálam-nos a via que há de ser seguida. Uma via de Acção numa época de Luta”. Neste dossier podemos ler artigos de Dominique Venner, Pierre Vial, Olegario de las Eras, Andrés del Corral, Rodrigo Emílio, Federico Traspedra, Ernesto Milà, entre outros.

Destaque ainda para os apontamentos sobre arqueofuturismo e etnogepolítica e o artigos “Identidade e Etnobiologia”, do Dr. Rolf Kosiek, “A crise económica”, de J. Bochaca e o in memoriam a Peppe Dimitri.

Nas publicações anunciadas, destaque para a tradução espanhola do livro “La Caballería del Honor”, de Pierre Vial.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Solstício de Inverno


Sonhas com um sol hoje desaparecido
Símbolo da vida, de eterno retorno.
Encurtam os dias, o inverno chegou,
Mas no teu coração, sempre ficará a brilhar.

Na noite mais longa entraste na tua casa
A acender a coroa e preparar o fogo.
Vai começar uma longa velada
Com teus irmãos, irmãs, amigos, avós.

Sobre a mesa enfeitada há já três velas
Para os que estão longe, mortos, crianças a chegar.
O rito solisticial vai renovar-se
Em memória do passado, por um grande porvir.

Celebraram-se os nossos antepassados desde milénios
Esta noite consagrada à grande esperança
De um sol que regressará a iluminar a nossa terra
Um mais cada dia, à medida que avançam as estações.

Temos de juntar-nos na noite dos nossos povos
Para mais nos fortalecermos neste mundo hostil.
Amanhã, já o sabemos, o sol brilhará
No fundo das nossas florestas, no coração das nossas cidades.

É na obscuridade, durante esta pausa,
Que podemos forjar as armas que necessitamos
Para o triunfo das nossas ideias, da nossa causa,
E oferecer à Europa um amanhã melhor.

À volta desta mesa, homens e mulheres livres,
Vêm recordar e reencontrar os seus Deuses.
Sente-se a alma que vibra através dos nossos cantos,
A alma da linhagem, a dos nossos avós.

Nesta noite portadora de grande promessa,
A nossa longa memória nos manterá firmes.
Porque, se Dionísio nos trouxe embriaguês,
Também sabemos que Apolo regressará.

Robert Pagan (Dezembro 90)
in “Os Solstícios – História e Actualidade”, Hugin (1995).

sábado, 22 de novembro de 2008

La Nouvelle Revue d'Histoire n.º 39

Está nas bancas o número 39 de «La Nouvelle Revue d’Histoire», cujo tema é “1918 A grande ilusão”. No editorial intitulado “Os equívocos do nacionalismo”, o director conclui: “De Paris a Berlim e mesmo até São Petersburgo, o nacionalismo de detestação substituiu o antigo patriotismo carnal, o sentimento interior e forte de identidade. Sentimento que fazia ainda Voltaire dizer em 1751 que a Europa formava uma espécie de República partilhada em vários Estados, mas tendo todos os mesmos princípios, desconhecidos nas outras partes do mundo”. O excelente dossier, abre com o balanço de Dominique Venner sobre “A grande ilusão”: “11 de Novembro de 1918, o clarão do armistício anuncia o fim do inferno. Mas esta guerra destruiu por muito tempo a antiga ordem europeia”, considera. De seguida, podemos ler os artigos “França. A ditadura do Tigre”, de Philippe Conrad, “Foch: a controvérsia”, de Jean Kappel, “A guerra vista da Alemanha”, de François-Georges Dreyfus, “O fracasso de Ludendorff”, de Wolfgang Venohr, “Em África, uma guerra de gentlemen”, de Bernard Lugan, que faz referência à incursão de von Letow em Moçambique, “Sob o olhar dos escritores”, de Jean Bourdier, “As ilusões generosas de Jean Renoir”, de Norbert Multeau e ainda a cronologia de Jean Kappel e a entrevista com Rémy Porte e François Cochet, autores do “Dictionnaire de la Grande Guerre”, sobre as rivalidades franco-inglesas.


Destaque ainda para a entrevista com Jean-Paul Bled sobre as figuras da antiga Prússia, os artigos “A coroa secular da Hungria”, de Jean Bérenger, “A reconquista da Grécia moderna”, de Éric Mousson-Lestang, e a descoberta de Jean-François Gautier sobre um lado desconhecido do historiador Jacques Benoist-Méchin, a música. Como sempre, para além de outros artigos, temos a crónica de Péroncel-Hugoz, bem como as secções habituais.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O Mediterrâneo não é a nossa mãe

Trazendo para a órbita mediática o seu fumoso projecto de união mediterrânica, Sarkozy quis, com certeza, realizar um dos seus "golpes" de comunicação graças aos quais finge existir — ou pelo menos faz parecer. Mas, por trás da operação política, está uma operação muito mais importante, de natureza ideológica. Trata-se efectivamente de afirmar ao mundo que o mundo mediterrâneo é um bloco unido, soldado por uma pertença comum a uma etnocultura única e destinado a integrar-se, tal e qual, à Europa. Ou, mais exactamente, a essa utopia que é a Euráfrica. No fundo, trata-se de justificar a imigração africana na Europa como sendo um fenómeno inevitável mas benéfico, que permitirá a instalação de uma civilização mestiça, trazida por uma população na qual europeus e africanos se vão fundir numa mistura harmoniosa, pelo exemplo dado pelo mundo mediterrâneo.

É preciso constatar, não sem lamento (pois esta revista trouxe muito ao debate ideológico, apesar de não partilharmos todas as suas posições), que o n.º 129 da revista «Éléments» se inscreve na mesma perspectiva, publicando um dossier intitulado "Mediterrâneo nossa mãe". Um título talvez inspirado no que Thierry Maulnier deu ao seu óptimo livro "Cette Grèce où nous sommes nés" [Esta Grécia onde nascemos], publicado pela Flammarion em 1964.

Também no seu editorial Robert de Herte, ou seja Alain de Benoist, faz abundantemente referência à Grécia para exaltar as virtudes mediterrânicas. "Esquecendo" que alargar ao conjunto do Mediterrâneo o contributo decisivo, evidentemente incontestável, da Grécia à civilização europeia é um disparate histórico. Inspirado talvez nos conceitos de Danilo Zolo, professor de direito internacional em Florença, que, numa entrevista à «Éleménts», que deseja ver "reaparecer uma Europa enraizada na sua cultura milenária, com as suas raízes mediterrânicas". É necessário recordar a este distinguido universitário que as raízes da Europa são pelo menos tanto célticas, germânicas e eslavas como greco-romanas? E, quando Robert de Herte-Alain de Benoist escreve que o Mediterrâneo "é um espaço entre terras, o que significa que tanto une como separa", introduz necessariamente a ideia, se as palavras têm sentido, que o Mediterrâneo une, num mesmo conjunto, as populações instaladas, desde há milénios, nas terras banhadas por ele: Espanha e Catalunha, Languedoc e Provença, Itália, países balcânicos, Grécia, Turquia, Síria, Líbano, Israel, , Egipto, Líbia, Tunísia, Argélia, Marrocos. O que confirma a apresentação do diário de viagem de Ange-Marie Guerrini (intitulado muito significativamente "De Toledo a Cartago"): o Mediterrâneo "é um conjunto de povos, ligados entre si por influências marítimas e luminosas".

Ora no curso da história do Mediterrâneo, longe de ser um traço de união, uma "ligação", foi uma linha da frente. Mesmo quando o império romano fez a unidade política, provisória, do que os romanos chamavam Mare nostrum, foi após confrontos mortais entre Roma e Cartago no plano político e militar, Atenas e Jerusalém no plano filosófico e religioso.
Confrontos que opunham concepções do mundo inconciliáveis — e que ficaram num império romano minado pelo veneno oriental. Confrontos retomados quando o islão tenta submeter a Europa à lei corânica. Como se pode conceber que pertencem ao mesmo espaço cultural e civilizacional Roma e Cartago, Atenas e Jerusalém, a Provença e o Magrebe? É preciso, para afirmar a unidade cultural do mundo mediterrâneo, apoiar-se num postulado ideológico que, como todos os postulados ideológicos, foi, é e será contradito, totalmente, pelo peso das realidades étnicas. Pois é esse o fundo do problema: não existe uma unidade étnica no Mediterrâneo; só há, até hoje, confrontação étnica. As ilusões do período colonial (com a muito famosa "integração", de Dunkerque a Tamanrasset) desfizeram-se nos anos 1950-60, a guerra da Argélia veio lembrar o peso das realidades étnicas.

É no meio do Mediterrâneo que passa a fronteira entre dois mundos: o Norte e o Sul. Sabemos qual é a tese dos terceiro-mundistas (que contam nas suas fileiras com Alain de Benoist, depois da publicação, em 1986, do seu livro "Europe, Tiers monde même combat" [Europa, Terceiro mundo, o mesmo combate]): o Norte – quer dizer o mundo branco – é responsável pelas misérias do Sul – quer dizer o mundo não-branco. O Norte deve assim arrepender-se e expiar os seus pecados – particularmente subsidiando largamente e, melhor, acolhendo e sustentando em sua casa populações do Sul (que à época a revista Europe-Action chamava muito justamente não "subdesenvolvidos", mas subcapazes). Qualquer observador minimamente atento e lúcido sabe que o século XXI será o do enfrentamento Norte-Sul, que já começou pois a fronteira mediterrânica é alegremente violada pela imigração. Com efeito, também, o campo ocidental traiu os homens do Norte justificando, pela ideologia dos "direitos do homem", a invasão vinda do Sul. Razão de sobra para recusar tudo o que contribua para justificar essa invasão. Por exemplo, a exaltação de um islão trouxe os refinamentos de uma verdadeira civilização aos bárbaros do Norte.

Este cliché ideológico, que beneficia de uma larga orquestração mediática — vejam-se os protestos suscitados pela sólida obra de Sylvain Gouguenheim[1] — seduziu certos intelectuais (ou seja pessoas muitas vezes alheadas das realidades), desde o século XIX, na Alemanha e noutros sítios. Foi o caso de Nietzsche, a cuja autoridade recorre Robert de Herte apoiar a sua posição. Nietzsche que louvou a "maravilhosa civilização moura de Espanha"... Como a qualquer pessoa que não é perfeita, aconteceu, mesmo a Nietzsche, escrever asneiras — pode-se ser um grande filósofo e não ter uma sólida cultura histórica[2]. O destruidor do cristianismo não compreendeu, ou não quis compreender, que cristianismo e islão são irmãos inimigos porque provenientes da mesma matriz semítica, que é preciso procurar do lado do Sinai. Quanto ao Grande Meio-dia nietzscheano, referido também por Robert de Herte, é preciso lembrar, mesmo assim, que não tem nada que ver com o Sul já que se inscreve numa perspectiva puramente espiritual. Basta, para o saber, ler seriamente o autor de "Assim falava Zaratustra". O que evita lastimáveis contra-sensos, ainda mais incómodos pois são instrumentalizados para justificar o injustificável.

Pierre Vial
in «Terre & Peuple» n.º 37

[1] Aristote au Mont-Saint-Michel. Les racines grecques de l'Europe chrétienne, Le Seuil, 2008. Veja-se, sobre o "affaire Gouguenheim" e as suas razões de ser ideológicas, o artigo de Bernard Fontaine na La Nouvelle Revue d'Histoire, n.º 37, Julho-Agosto de 2008.
[2] A "maravilhosa civilização moura de Espanha" é ilustrada, do século XI ao século XIII, pelos Almorávidas e os Almóadas, fanáticos de Alá vindos de África para "regenerar", em nome da jihad, um islão de Espanha julgado muito brando e precursores dos islamitas actuais no que respeita aos seus métodos "maravilhosamente civilizados". Veja-se a este respeito Philippe Conrad, Histoire de la Reconquista, PUF, 1998. [Edição portuguesa: História da Reconquista, Europa-América, 2003.]

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Terre et Peuple n.º 37

Mais um número da óptima revista da associação Terre et Peuple que tem como tema de capa bastante actual “A Rússia está de Regresso”, com os artigos “Histeria anti-russa: a paranóia dos media ocidentais” e a excelente análise geopolítica “Compreender o conflito entre a Rússia e a Geórgia”, de Jean-Patrick Arteault.

A destacar, também, “A peste jacobina”, com os artigos “Pré-história do jacobinismo”, de Jean Haudry, “Reflexões sobre um episódio jacobino da Revolução Francesa”, de Jean-Patrick Arteault, “O jacobinismo aplicado na Vendeia: do genocídio ao memoricídio”, de Pierre Rigolage, “Yann Fouéré. Da préfectorale ao autonomismo”, de Xavier Guillemot, “Os incorrigíveis jacobinos”, de Pierre Vial, e “Intentidades provinciais”, de Yvan La Jehanne. A não perder, também, o artigo sobre a Grande Guerra de Alain Cagnat intitulado “1914-1918: O fim de um mundo”. De referir ainda a crítica de Pierre Vial ao último número da revista «Éléments», afirmando que “o Mediterrâneo não é o nosso mar” e o artigo sobre genética das populações de Michel Alain.

Podemos ainda ler críticas a livros, bem como comentários sobre a actualidade e as habituais rubricas sobre genealogia e culinária.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Encontro em Sintra


No fim-de-semana passado decorreu em Sintra uma sessão de divulgação da Terra e Povo, que contou com a presença de vários interessados, que trocaram ideias e colocaram questões, num debate informal, ficando desta forma a conhecer os objectivos e projectos da associação, bem como o material da própria e de associações congéneres. Um óptimo convívio ao qual se seguirão outros.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

XIIIe Table Ronde

Mais uma vez decorreu em França para o maior encontro identitário europeu, a Table Ronde, organizada pela associação Terre et Peuple, que se realizou pela décima terceira vez e juntou várias centenas de pessoas de diversos países. Este ano esteve presente um grupo de cinco portugueses e foi apresentada oficialmente a associação Terra e Povo, colocando assim o nosso país numa rede paneuropeia que cresce de dia para dia.

O tema deste ano foi "O Combate cultural, para fazer o quê?" e a primeira intervenção, não prevista, foi de Pierre Vial que falou da actual situação de crise económica e do fim do capitalismo. Alertando para as consequências que se avizinham citou Lenine: "o primeiro dever de um revolucionário é sobreviver." De seguida falou um membro da Terre et Peuple que representa um grupo de várias famílias que concretizou um "regresso à terra" e falou da sua experiência e de como ela alterou radicalmente a sua vida. Na zona das bancas era possível adquirir algumas das produções dessas quintas.


A sala de conferências

Continuou a sessão Kate Nauwelaers, do Atelier de l’Elfe, falando sobre a Arte e o artesanato populares, e a forma como estes fazem parte da luta pela nossa identidade. Depois foi a vez de Pierre Gillieth, que numa excelente intervenção sobre o cinema, enumerou vários filmes onde é possível encontrar uma mensagem na qual nos revemos, conseguindo a participação da audiência. Frisou a importância de se reconhecer o talento, mesmo quando apreciamos autores que não são dos nossos, pois uma postura fechada é a característica dos nossos inimigos, afirmando que "podemos ser tanto ecléticos como abertos sem esquecer e negar os nossos valores". Seguiu-se Morgane, que falou do papel da música no combate cultural identitário e da sua experiência pessoal. Depois de um breve intervalo, foi a vez de Katerine Mabire que falou sobre a literatura, especialmente na vasta e marcante obra de Jean Mabire. Em seguida, tempo para ouvir a fantástica e eloquente intervenção de Jeanne Desnoyers sobre um tema pouco abordado na nossa área, o teatro popular, a sua importância e a forma como evoluiu e tocou as populações em França. Depois, Jean-Claude Valla lembrou o poder da História e a forma como o trabalho dos historiadores e investigadores tem sido cada vez mais impedido em França, tanto por medidas legais, como por diversas pressões. Teve por fim a palavra Pierre Vial, que reiterou a importância do combate cultural, fazendo um ponto da situação actual e afirmando que é a nossa missão porque "a cultura é a expressão da alma de um povo".

A zona das bancas

Como sempre havia uma grande zona de bancas, onde era possível encontrar livros, revistas, música, artesanato, representações de associações e autores, e uma zona de refeições. Pela primeira vez, o material da Terra e Povo esteve disponível na banca partilhada com os nossos camaradas da Tierra y Pueblo.

A banca luso-espanhola

O convívio foi excelente com camaradas de vários países, em especial com os franceses e os espanhóis. Estes últimos contavam também com uma delegação de cinco pessoas e juntos visitámos o Palácio de Versailles no dia a seguir ao evento.

Delegações portuguesa e espanhola

em frente ao Palácio de Versailles

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

T-shirt

Preço: €12
Tamanhos: M, L, XL

domingo, 12 de outubro de 2008

Tierra y Pueblo n.º 18

O último número da revista da associação identitária Tierra y Pueblo tem como tema central a “Montanha como via de realização” e, como nos diz Enrique Ravello no editorial, “foi pensado para todos os que alguma vez tenham sentido a chamada da montanha como símbolo a compreender e realidade física a conquistar. E é dedicado aos que deixaram as suas vidas na escalada que leva ao Olimpo”. No dossier correspondente podemos ler uma homenagem a Julius Evola, de Nicola di Trento, um texto sobre o Gruppo Escursionistico Orientamenti, o relato da subida ao Elbrus, em 1984, por José Hernánsaez, uma entrevista com Domenico Rudatis, entre outros.

Destaque ainda para os artigos “Sérvia, Albânia e a geopolítica da fronteira sudeste europeia”, de Robert Steuckers, “O Sangue ou a memória do eterno”, de Àlvar Riudellops e Andrés del Corral, e a análise política de E. Monsonís sobre “O difícil caminho até um partido identitário em Espanha”.

Nas recensões críticas, nota para a de Eduardo Núñez sobre o livro de Arturo Pérez-Reverte “Un Día de Cólera”, e a de Mirmidón sobre “Um Inimigo do Povo”, obra do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Terra e Povo n.º 1

O dossier deste número é dedicado ao tema "Europa: a nossa grande Pátria comum", incluindo textos de Humberto Nuno de Oliveira, Duarte Branquinho, Guillaume Faye e Enrique Ravello. Pode ainda ler a homenagem ao falecido escritor normando Jean Mabire, um arigo de Miguel Ângelo Jardim, para além de breves comentários à actualidade, o relato das actividades da associação, críticas a livros, filmes e revistas.

Preço: € 3 + € 1,5 de portes de correio por cada exemplar.